Você entra, arruma a casa, entrega o diagnóstico numa planilha que você mesmo montou — e seis meses depois recomeça do zero, com outro cliente, do mesmo jeito. Consultoria sem ferramenta não vira recorrência. Vira maratona.
Conversa de 60 minutos, comigo. Vagas limitadas por região — eu não coloco dois parceiros disputando a mesma praça.
Seis meses de trabalho, seis meses procurando o próximo. E a empresa volta a decidir no escuro.
A implantação acaba, a gestão não. O cliente continua pagando porque o sistema continua trabalhando.
Ela desatualiza, ela quebra quando alguém sai de férias, e o cliente não entra nela. Quando o projeto acaba, a planilha vira arquivo morto — e a sua presença na empresa acaba junto.
O seu faturamento é o tamanho da sua agenda. Dobrar receita exige clonar você, e é por isso que consultor bom passa a vida perto do mesmo número.
Sem sistema, a metodologia é a sua memória. Não dá para mostrar antes de vender, não dá para delegar, e não dá para cobrar preço de método — só preço de hora.
As três têm a mesma causa: a sua entrega não tem produto embaixo. É isso que esta parceria resolve.
Mexa nos dois controles — os números são seus. O que o método muda não é o preço que você cobra: é quantas empresas cabem na sua semana, e o quanto continua entrando depois que a implantação acaba.
O piso de mercado para uma gestão executiva completa fica em torno de R$ 5 mil por empresa durante a implantação, e cai para a metade quando ela vira manutenção — e não cai a zero, que é a diferença entre isto e um projeto de consultoria.
As horas não são chute: são o que a rotina consome quando o sistema faz o trabalho entre as reuniões. Na implantação você constrói o plano com o dono — cerca de 8 horas por empresa no mês. Depois que ela roda, o cliente lança o realizado, o parecer chega pronto, e sobra uma reunião de 2 horas por mês — com a pauta já escrita.
Enquanto você implanta
É a fase em que você constrói o plano do ano junto com o dono.
Depois de implantado
Uma reunião por mês. O sistema trabalha os outros vinte e nove dias.
Este é o piso: entra sem você prospectar ninguém, com a carteira inteira já madura. Tudo que você vender daqui para frente é acréscimo.
Recorrência não se pede, se constrói. Ela existe quando parar de pagar custa mais caro do que continuar — e é o sistema, não a sua simpatia, que faz essa conta virar.
Não é um relatório que você entregou: é o orçamento vivo da empresa, com o realizado lançado em cima mês a mês. Sair do sistema é voltar a decidir no escuro, e ele já sentiu como é o outro lado.
Quem lança o realizado é o pessoal dele. Em três meses a rotina do fechamento está enraizada na empresa e não depende de você aparecer — que é exatamente o que faz a manutenção custar duas horas em vez de oito.
Não dá para levar num arquivo do Excel. A ligação entre o objetivo, o projeto que o sustenta e o número que o prova é o produto — e ela só existe enquanto as cinco camadas estiverem no mesmo lugar.
O parecer chega antes de você. Você entra na reunião com a leitura pronta em vez de gastar meio dia levantando número — e ele percebe a diferença entre um consultor que pergunta e um que já sabe.
Repare no desenho: você só me paga por empresa que está pagando você. Eu não vendo licença para ficar na prateleira — enquanto a sua carteira não cresce, a minha não cresce. É o mesmo problema, no mesmo mês, dos dois lados da mesa. Por isso a mentoria não acaba no dia em que você assina: não me serve você fechar um cliente e perder ele no sexto mês.
Um pacote fechado de entrada e depois licença por empresa-cliente. Quatro coisas entram, e nenhuma delas funciona sozinha — é por isso que não vendo o software solto.
A mesma que meus clientes usam. Você cadastra as empresas dos seus clientes, cada uma isolada da outra, e opera todas de um lugar só. A licença é por empresa-cliente: você paga quando ganha, não antes.
Não é treinamento de software — o software se aprende sozinho. É a sequência que eu aplico há trinta e quatro anos, na ordem, com o roteiro de cada reunião, o que fazer quando o cliente trava, e a metade que quase nenhum consultor domina: gente.
Você não vai ter que inventar como vender isso. O que eu uso para vender, você recebe montado — e adapta ao seu nome, à sua região e à sua carteira.
Um conjunto de agentes configurado para o dia do consultor, não para uso genérico: prospecção, conteúdo, proposta e acompanhamento de carteira. É o que faz um consultor sozinho entregar como escritório.
Diagnóstico é um evento: acaba, e você sai. Gestão é uma rotina: ela precisa de você todo mês. A diferença entre as duas são cinco camadas ligadas — e é a ligação, não as camadas, que o mercado não tem pronta.
O ano inteiro modelado — não uma projeção de receita, o negócio todo.
Lançado mês a mês contra o plano. É a linha que cria o hábito e a mensalidade.
Mapa estratégico e BSC, ligados aos números — não um slide de planejamento.
Os que sustentam a estratégia, medidos onde ela acontece.
Projetos, ações e tarefas amarrados aos objetivos, com responsável e prazo.
E você não entra sozinho na casa do cliente: dentro do sistema mora uma equipe de cinco consultores de IA — Conselheiro, Economista, Estratégico, Gestor de Projetos e o suporte — que lê os números do seu cliente todo mês e te entrega a pauta da reunião pronta. Eles orientam; quem decide e quem digita continua sendo gente. Ver como isso aparece para o cliente final.
Ferramenta o seu concorrente compra. Método ele estuda. O que ele não consegue copiar é você saber ler uma pessoa tão bem quanto lê um balanço — e é isso que eu ensino junto, porque é isso que faz o plano andar depois que você sai da sala.
Consultoria de número entrega o plano e vai embora. Seis meses depois nada aconteceu, e a culpa cai no cliente que "não executou". Não foi falta de execução: foi um plano desenhado sem olhar quem ia executar. O gerente que sempre trabalhou de um jeito não passa a trabalhar de outro porque apareceu um indicador novo na tela.
Trinta e quatro anos de gestão e finanças de um lado; Eneagrama, inteligência emocional e formação de líder do outro. Na mentoria você recebe as duas metades — e passa a vender uma coisa que a consultoria da esquina não tem como imitar.
Sessenta minutos. Eu abro o sistema por dentro com uma empresa inteira dentro dele e você me conta que carteira tem. Se não fizer sentido para os dois lados, acaba aí — e é um bom resultado.
A metodologia na ordem, com o material comercial junto. Você sai sabendo conduzir o diagnóstico e defender o preço sem desconto.
Eu entro na sua primeira implantação. Você conduz e eu seguro atrás — é assim que o método sai do papel e entra na sua mão.
A carteira é sua, o relacionamento é seu, o contrato é seu. Eu fico do lado do método e do produto, e a licença acompanha o seu crescimento.
Parceiro que não entrega bem queima o meu nome junto com o dele. Por isso a lista da direita existe, e ela é mais importante que a da esquerda.
Alex Magno Reis, 54 anos. Aos 20 abri a primeira loja da minha família do zero e respondi pela gestão inteira; depois toquei a fábrica e abri as outras lojas. Aos 26 fiz a primeira consultoria pela Microsiga, hoje TOTVS, e aos 29 era diretor regional, com nove estados sob responsabilidade.
Eu já estive nos três lugares onde o seu cliente está — o dono, o executivo e o consultor. É por isso que a metodologia não é um framework bonito: ela foi escrita por quem teve que fechar o mês de verdade.
O que eu vou te passar não é teoria de curso. É a sequência que eu aplico em cliente pagante, com o sistema que foi construído para ela — e que eu uso na minha própria carteira antes de licenciar para a sua.
Atendidas diretamente
Petrobras · Ford · Britânia · Energisa · Banese · Norcon
Como consultor e instrutor associado da LAB SSJ, uma das maiores empresas de treinamento corporativo do Brasil
Unilever · Embraer · Gerdau · O Boticário · Cyrela · Vivo · Claro · Oi · Sky · HSBC · Brastemp · Cosan · Cargill · Globo.com · Ericsson · Redecard · Elektro · TIVIT · CPFL / RGE
Em algumas delas foram mais de oitenta treinamentos, dois anos seguidos com o mesmo cliente. É esse repertório que entra na mentoria — não a versão resumida dele.
Eu abro o sistema com uma empresa inteira dentro dele, você vê a entrega que passaria a fazer, e me conta a sua carteira. No fim, os dois sabem se faz sentido. Não faço proposta na primeira conversa e não trabalho com dois parceiros na mesma praça.